Campanha eleitoral começa; veja o que muda
Propaganda nas ruas e na internet está autorizada desde 16 de agosto. A legislação estabelece limites para impulsionamento, atos públicos e conteúdo eleitoral.
Começou oficialmente neste domingo (16) o período de propaganda eleitoral das Eleições 2026. Candidaturas, partidos, federações e coligações já podem pedir votos e divulgar propostas nas ruas e na internet, dentro das regras fixadas pela Justiça Eleitoral.
O que está confirmado
O calendário do Tribunal Superior Eleitoral autoriza, a partir de 16 de agosto, a propaganda eleitoral na internet, a realização de comícios e atos de rua e o uso de alto-falantes nos horários e condições previstos na legislação.
Desde 16 de agosto, enquetes relacionadas ao processo eleitoral não podem ser divulgadas. Por isso, o Nota Brasil não abrirá votação de opinião nesta matéria.
Internet e impulsionamento
A campanha pode usar sites, redes sociais e aplicativos de mensagens. Conteúdo pago ou impulsionado deve observar as exigências da Justiça Eleitoral, incluindo identificação e contratação pelos responsáveis autorizados.
O início do período também levou candidaturas à Presidência e a outros cargos a realizarem atos públicos em diferentes estados. A cobertura jornalística deve separar promessa de campanha, declaração política e fato efetivamente comprovado.
Atos nas ruas
Alto-falantes e amplificadores podem funcionar, em regra, entre 8h e 22h, respeitando distâncias mínimas de hospitais, escolas, igrejas em funcionamento, tribunais e outros locais protegidos. Caminhadas, carreatas e distribuição de material gráfico também passam a ser permitidas dentro do calendário.
Fontes consultadas
- TSE — regras para propaganda nas ruas e na internet
- TRE-SP — início da campanha e principais novidades
- UOL — atos de abertura das campanhas presidenciais
- CNN Brasil — programação da largada das campanhas
As regras foram conferidas em fontes oficiais da Justiça Eleitoral e comparadas com cobertura jornalística independente. Declarações de candidaturas foram tratadas como posicionamentos políticos, não como fatos comprovados.
