Ônibus viram barricadas na Zona Norte do Rio
Dezoito coletivos foram atravessados em vias de Cascadura, Campinho e arredores; 33 linhas tiveram alterações nesta quarta-feira (26).

Criminosos tomaram 18 ônibus e usaram os veículos para bloquear vias da Zona Norte do Rio na manhã desta quarta-feira (26), durante uma operação da Polícia Militar nas comunidades do Fubá e do Campinho.
O que está confirmado
Os coletivos foram atravessados em trechos das ruas Clarimundo de Melo e Ernani Cardoso e da Avenida Dom Hélder Câmara. Segundo o Rio Ônibus, 33 linhas tiveram seus itinerários afetados.
No início da tarde, 17 veículos já haviam sido retirados das vias e um permanecia no local, segundo a cobertura da Folha de S.Paulo. O trânsito no entorno do Terminal Paulo da Portela ficou congestionado, e as linhas 35 e 41 do BRT operaram com intervalos irregulares durante a ocorrência.
Foram 18 ônibus usados nos bloqueios e 33 linhas com alterações. Como a situação pode mudar ao longo do dia, passageiros devem consultar os canais oficiais antes de sair.
O contexto da operação
A Polícia Militar informou que a ação reuniu equipes do 9º e do 18º batalhões para combater grupos criminosos na região. Houve troca de tiros, e agentes também atuaram para impedir bloqueios em outras vias.
As informações sobre prisões e apreensões ainda apresentavam diferenças entre as primeiras coberturas. Por isso, o Nota Brasil não consolida esses números nesta versão e atualizará a matéria caso haja balanço oficial definitivo.
Como se orientar
Quem depende de ônibus ou BRT na região deve verificar o funcionamento da linha nos canais oficiais da Mobi-Rio, do Centro de Operações Rio e das empresas de transporte. Evite áreas com operação policial em andamento e não tente atravessar bloqueios.
Fontes consultadas
- Folha de S.Paulo — bloqueios, retirada dos veículos e contexto da operação
- Diário do Transporte — linhas afetadas e impacto operacional
- TV Prefeito — informações atribuídas à PM, ao Rio Ônibus e à Mobi-Rio
O Nota Brasil cruzou coberturas independentes publicadas nesta quarta-feira e separou os dados operacionais atribuídos à Polícia Militar, ao Rio Ônibus e à Mobi-Rio. Números ainda divergentes sobre o resultado policial foram deixados de fora. Não foi criada enquete por se tratar de uma ocorrência de violência em andamento. A imagem é uma composição editorial original.
